1) Apesar de ter apenas dois pontos conquistados, com uma vitória e uma derrota (em 1973 a vitória dava dois pontos), a imprensa destacava o Avaí como líder da Taça do Atlântico, pois consideravam os pontos perdidos para a classificação. E, nesse caso, o time de Florianópolis tinha dois pontos perdidos a exemplo de Atlético-PR, Boca Juniors e Peñarol, ainda que seus adversários tivessem mais partidas disputadas e, consequentemente, maior número de pontos ganhos; 2) O “bicho” pela vitória foi de Cr$ 200,00.
Com o retorno do goleiro Amauri, após cumprir suspensão por ter sido expulso contra o Argentinos Juniors, o Avaí voltou à Itajaí, dessa vez para encarar Club Nacional, campeão uruguaio. Mas o time não se assustou com a fama dos visitantes e fez uma boa partida, “jogando com autoridade e desenvoltura” como publicou o jornal O Estado na crônica sobre a partida.
Lica marcou o primeiro aos 25 minutos de jogo, após se antecipar a uma bola atrasada, driblar o goleiro Manga e só tocar para as redes. Mesmo jogando melhor, o time sofreu o empate em chute de Abad, sozinho na pequena área após cruzamento de Espárrago. No segundo tempo, Zenon (o melhor jogador em campo) marcou um golaço: após driblar dois jogadores, chutou forte para o rebote do goleiro; o mesmo Zenon recuperou a bola, driblou o goleiro, mais dois zagueiros e estufou a meta uruguaia.
Era a primeira vitória avaiana na competição. Se o Avaí tivesse o ataque em noite mais inspirada teria goleado o adversário.
1) Apesar de ter apenas dois pontos conquistados, com uma vitória e uma derrota (em 1973 a vitória dava dois pontos), a imprensa destacava o Avaí como líder da Taça do Atlântico, pois consideravam os pontos perdidos para a classificação. E, nesse caso, o time de Florianópolis tinha dois pontos perdidos a exemplo de Atlético-PR, Boca Juniors e Peñarol, ainda que seus adversários tivessem mais partidas disputadas e, consequentemente, maior número de pontos ganhos; 2) O “bicho” pela vitória foi de Cr$ 200,00.
Jornal Ahora (Montevidéu), 30/01/1973