Clubes
| Clube |
Função |
Período |
| Avahy |
jogador |
1927 — 1933 |
| Avaí |
dirigente |
1953 — 1969 |
Zagueiro/lateral do segundo quadro, foi vice-presidente do Conselho Deliberativo, em 1953; 2º tesoureiro do clube, em 1956; 1º vice-presidente na gestão de Abel Capela, em 1958; 2º vice-presidente na gestão de Júlio Cesarino da Rosa, em 1959; tesoureiro geral na gestão Francisco Grillo, em 1960; 3º vice-presidente na gestão de Nelson Di Bernardi entre 1962 e 1963; membro da Comissão de Sindicância, em 1964; presidente do clube entre 1963 e 1964; e, vice-presidente na gestão de Walmor Soares, entre 1968 e 1969. Sempre lembrado como um dos grandes presidentes do Avaí, por ter assumido um clube cheio de dívidas e entrega-lo saneado financeiramente e com a taça de campeão citadino de 1963. Dedicado ao extremo, chegava a levar os uniformes para casa, onde a esposa, além de providenciar a lavação, fazia os consertos, já que a fase financeira do clube era péssima. A experiência de bom administrador veio do seu trabalho: foi tesoureiro do antigo Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (Samdu), posterior Instituto Nacional de Previdência Social (INPS). Era membro da direção do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), em Santa Catarina. Foi 1º secretário do América F.C., de Palhoça-SC. Ao falecer foi homenageado com um minuto de silêncio antes da partida entre Avaí e Palmeiras-SC, de Blumenau-SC, no estádio Adolfo Konder. Filho de Nicolau Tancredo e Júlia Goedert. Casou com Edésia Koerig, com quem teve sete filhos, entre eles Luiz Henrique Tancredo, editor do jornal O Estado.
Fontes
- KLÜSER, A.; MATOS, F.; DIAMANTARAS, S. Dicionário do Avaí Futebol Clube (1923-2023). Florianópolis: Dois Por Quatro, 2023.