Clubes
| Clube |
Função |
Período |
| Avaí |
jogador |
1969 — 1969 |
Atacante, maior goleador da história do Botafogo-RJ. Pela Seleção Brasileira marcou 17 gols em 17 jogos, mas uma lesão no menisco o tirou da Copa do Mundo de 1962. Era conhecido como o “artilheiro que não sorria”, por não comemorar seus gols de forma efusiva. Teve passagens por Paysandu-PA, Vitória-BA, Botafogo-RJ, Bonsucesso-RJ, Unión Magdalena-Colômbia, Deportivo Cali-Colômbia, Junior Barranquilla-Colômbia e América de Cali-Colômbia. Ao retornar ao Brasil defendeu o Olaria-RJ. Por sugestão do zagueiro Brito, se transferiu para o futebol catarinense. Em 1968, atuou pelo América-SC. Em 1969 se transferiu para o Hercílio Luz-SC, defendendo-o até setembro. Em seguida, foi pretendido pelo Juventus-SC, de Rio do Sul-SC, mas acabou vindo para Florianópolis-SC, permanecendo durante todo o mês de outubro treinando no Avaí, junto com o grupo de jogadores que se preparavam para a disputa do Torneio Centro-Sul. Sua única partida pelo Avaí foi justamente contra o Juventus-SC, de Rio do Sul-SC, na estreia do Torneio Centro-Sul, deixando o clube em seguida. Quarentinha então se estabeleceu em Itajaí-SC, para defender o Almirante Barroso-SC, em 1970, clube em que desempenhou dupla função: atleta e treinador, substituindo interinamente os técnicos Itamar Montrezor e Santo Cristo. Na temporada de 1971, assumiu como técnico efetivo do clube, mas o Almirante Barroso-SC acabou extinto e Quarentinha desempregado. Seus últimos dias em Santa Catarina foram trabalhando carregando sacos no setor de carga e descarga no porto de Itajaí-SC. Com a ajuda de familiares, acabou retornando ao Rio de Janeiro-RJ.
Fontes
- KLÜSER, A.; MATOS, F.; DIAMANTARAS, S. Dicionário do Avaí Futebol Clube (1923-2023). Florianópolis: Dois Por Quatro, 2023.