| Clube | Função | Período |
|---|---|---|
| Avaí | jogador | 1966 — 1966 |
Frequentador assíduo das peladas de rua do campinho da Marúcia e do Abrigo de Menores, Cavallazzi é irmão do também jogador Tullo Cavallazzi, que atuou no Clube Atlético Guarany-SC e no Figueirense-SC. Aos quinze anos fez teste no Figueirense-SC, mas foi reprovado devido à baixa estatura. Jogava futebol de salão, com Rozendo Lima, quando tentou novamente o futebol de campo, desta vez no Avaí, sendo aprovado. Após poucas partidas na equipe juvenil, foi incorporado aos profissionais, tornando-se artilheiro e um dos principais jogadores do clube, vestindo a camisa 10. A estreia no time principal foi num amistoso contra o Usati-SC, em sete de abril de 1963, em São João Batista-SC. Naquele ano foi o artilheiro do Campeonato Estadual (Torneio Luiza Mello) com 12 gols. Ganhou o apelido de "garoto de ouro" e foi cobiçado por inúmeros clubes. Em 1967 sua contratação foi pretendida pelo bicheiro Castor de Andrade, que tentou o seu empréstimo para defender o Bangu-RJ. Em 1968 foi vendido ao Olímpico-SC, de Blumenau-SC, pois o Avaí necessitava do dinheiro da sua negociação para quitar seis folhas salariais atrasadas. Retornou ao Leão da Ilha em 1970 e se aposentou em novembro de 1971, com apenas 26 anos de idade, abandonando os gramados para disputar campeonatos de futebol de salão pelo Colegial. Em 1973 foi convidado por Fernando Bastos para assumir a tesouraria do clube. No ano seguinte, tornou-se secretário e membro da comissão de Finanças na gestão do presidente João Salum. É o terceiro maior artilheiro da história do clube, atrás de Saulzinho e Nizeta. Em 2010 foi homenageado colocando seus pés na Calçada da Fama, do Memorial dos Atletas, na Ressacada. Foi agraciado com a Medalha Saul Oliveira em 2025.
* "Reserva" indica que o jogador começou no banco e entrou durante a partida.