| Clube | Função | Período |
|---|---|---|
| Avaí | jogador | 1941 — 1947 |
Goleiro do Avaí e da Seleção Catarinense, Adolfinho é lembrado como o maior goleiro de Santa Catarina de sua época. Teve uma breve passagem pelo Bocaiúva-SC antes de estrear no Avaí. Com apenas 16 anos, muitos o consideravam jovem demais para assumir o gol avaiano, mas após a sua brilhante atuação contra o famoso Sport-PE, de Ademir Queixada, em 1942, ninguém mais questionou a sua titularidade. Atribuía o seu bom domínio de bola com as mãos ao período em que jogou basquete na Escola Industrial de Florianópolis-SC. Em 1942, ele defendeu a equipe do Avaí num Torneio de Basquete organizado pela Federação Atlética Catarinense. Em 1943 foi pretendido por Corinthians-SP e São Paulo-SP. O técnico português Joreca chegou a vir a Florianópolis-SC para tentar convencê-lo a se transferir para o futebol paulista, mas não conseguiu. Fez teste no Fluminense-RJ, em 1944, mas desistiu após sofrer uma fratura no dedo e ver a situação de penúria financeira de atletas como o goleiro titular, Batatais. Aos 20 anos já era tetracampeão estadual no Avaí, clube em que também foi 2° vice-presidente na gestão de Osmar Meira, entre 1952 e 1953. Na temporada de 1953, chegou a ser goleiro e presidente do clube após Meira se mudar para Joinville-SC. Em junho de 1955, após duas temporadas afastado, retornou aos gramados. Fora de forma, passou a treinar como ponta-esquerda do segundo quadro. Formou-se em Ciências Econômicas pela UFSC, trabalhou na Companhia Florestal de Santa Catarina e no Badesc. Em 2009, o Avaí inaugurou o Memorial dos Atletas Adolfinho, na Ressacada. Filho de Guilhermina Martins e Thomaz Camilli.
* "Reserva" indica que o jogador começou no banco e entrou durante a partida.
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