| Clube | Função | Período |
|---|---|---|
| Avahy | jogador | 1924 — 1924 |
Além de atleta, foi 1° tesoureiro e orador, em 1924; voltou a ser orador entre 1928 e 1929; membro da comissão de Esporte de 1931 a 1932; membro da comissão de Sindicância, em 1949. Teria sido sua a ideia de manter as cores azul e branca como oficiais do clube, na reunião de fundação do Avaí, em 1923.
Foi ainda o autor do primeiro gol "extra-oficial" do Avaí, no amistoso contra o Humaitá-SC. O jogo foi em 1923, antes da fundação do clube e as duas vitórias seguidas contra o Humaitá motivaram os participantes a fundar o Avaí.
Joel participou do primeiro título, em 1924.
Ex-aluno do Colégio Catarinense, Joel atuou como meia e lateral-esquerdo. Praticante de futebol e remo, abandonou os esportes aos 22 anos, por insistência do pai, Miviael Alexandre de Souza, para se dedicar aos estudos.
Chegou a arbitrar algumas partidas nos anos 30, sendo membro do Tribunal de Penas da FCF – Federação Catarinense de Futebol, em 1943.
Foi secretário do Clube Náutico Riachuelo; secretário da Beneficência Postal; secretário da Liga Náutica de Santa Catarina; e, presidente de honra do Postal Telegráfico-SC (1955). Foi advogado e funcionário dos Correios em Florianópolis-SC.
Quando residiu em Santa Maria-RS, presidiu o Internacional de Santa Maria-RS, sendo tricampeão citadino. O crescimento do clube preocupou o principal rival, o Riograndense-RS, que proibiu o Inter de treinar no seu estádio. Sem local próprio para treinamentos, Joel pediu ao prefeito a doação de um terreno para o clube. O prefeito ofereceu um terreno que era um buraco numa baixada e Joel aceitou, sem vacilar, nascendo assim o Estádio da Baixada Melancólica, em Santa Maria-RS.
Foi membro do diretório municipal do Partido Libertador, em Florianópolis-SC, em 1959, apoiando o General Vieira da Rosa em sua campanha para prefeito.
Foi casado com Edith Arêas.
* "Reserva" indica que o jogador começou no banco e entrou durante a partida.
Avahy
Figueirense