| Clube | Função | Período |
|---|---|---|
| Avaí | jogador | 1973 — 1973 |
Antes de se profissionalizar, Balduíno atuava nos campos de várzea pelo time da Fiambreria Dona Clara, da região do Butiá, no bairro Capoeiras. Herdou o apelido do pai, o pedreiro João Balduíno da Silva. Depois, já consagrado, somou ainda outro apelido: o de “Reizinho”, pela semelhança física com um personagem de sucesso do humorista Jô Soares.
Balduíno chegou ao Avaí em 1972, após ser dispensado dos juniores do Figueirense-SC pela baixa estatura. Foi levado ao Avaí através do seu amigo Toninho Quintino e lançado no time profissional pelo técnico Zezé Ferreira, em 1972. Em 1973, com a chegada de Válter Miraglia, ficou à margem do elenco e, desanimado, pensou em desistir da carreira. Na reta final do Campeonato Catarinense, com a saída de Miraglia voltou a aparecer na equipe titular pelas mãos do técnico Jorge Ferreira, marcando o gol do título estadual.
Baixinho, marrento e bom de bola, foi bicampeão catarinense (1973 e 1975) e um dos grandes nomes da história do Avaí. É o jogador que mais atuou no clássico Avaí x Figueirense, com 75 jogos, vestindo a camisa de ambos os clubes.
Deixou o Avaí em 1978, devido à crise financeira do clube, com vários atrasos salariais. Balduíno foi negociado com o Joinville-SC, que assumiu a dívida que o Avaí tinha com o atleta, cedeu os jogadores Sávio e Linha, além de acertar a realização de um amistoso em Joinville-SC com uma cota fixa para o Avaí.
Como treinador teve passagem por clubes como Figueirense-SC, Biguaçu-SC, Guarani-SC e Flamengo-SC, sendo contratado pelo Avaí em abril de 1993, assumindo a equipe principal por nove jogos. Em 1996 foi vice-campeão da segunda divisão catarinense com o Biguaçu-SC. Formado em Educação Física pela UDESC, Balduíno é professor aposentado e trabalha como comentarista esportivo.
* "Reserva" indica que o jogador começou no banco e entrou durante a partida.